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O privilégio de ser seu amigo.

Minha espôsa e eu tivemos a felicidade de, logo após o nosso casamento, participarmos de um Encontro de Casais com o Pe.Mário. Isso foi no ano de 1974. Ele nos cativou de imediato, e passamos a frequentar a Pastoral da Família de nossa cidade. Daí em diante foram mais de 40 Encontros em que estivemos juntos trabalhando e isso foi fundamental para a nossa vida de casados e mais fundamental ainda na educação de nossos filhos. Ele foi um verdadeiro orientador espiritual de nossas vidas. Mais ainda, tivemos o privilégio de hospedá-lo em nossa casa por ocasião dos Encontros de Casais em nossa cidade. Isso foi por diversas vezes, e era maravilhosa e edificante as conversas informais que tinhamos e a orientação que dava a nós e a nossos filhos. Não tem um só dia em minha vida em que não me lembre do Pe.Mário e seus poucos livros que publicou (Evangelho Completado) fazem parte do meu cotidiano.
Obrigado Pe. Mário, e que o sr. continue intercedendo por nós aí junto de Deus.

Luiz Celso e Therezinha

O Pai Nosso, escrito por Pe. Mário Zuchetto

PAI-NOSSO

Não posso dizer “PAI NOSSO”, se não vejo em todos os homens irmãos meus.

Não posso dizer “QUE ESTAIS NO CÉU”, se só estou preocupado com os bens da terra.

Não posso dizer “SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME”, se minha vida é de cristão falsificado e se não torno DEUS conhecido e amado.

Não posso dizer “VENHA A NÓS O VOSSO REINO”, se não cultivo o amor de Cristo em mim.

Não posso dizer “SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU”, se o que importa é só o que eu quero.

Não posso dizer “O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE”,se não me disponho a repartir com os necessitados o pão que sustenta a vida humana.

Não posso dizer “PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO”, se sou vingativo e incapaz de perdoar.

Não posso dizer “E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO”, se não ajudo os outros a se libertarem de más situaçoes,de problemas,de dificuldades,do perigo iminente de cometerem desatinos ou se fui causa de queda para alguém.

Não posso dizer “MAS LIVRAI NOS DO MAL”, se não procuro diminuir a fonte dos males fisicos,morais e espirituais que nos cercam.

VERDADEIRO FILHO DE BERTONI

É muito louvável esta iniciativa de Tereza e Vicente em divulgar a figura de Pe. Mário Zuchetto. Eu o conheci assim que entrei no seminário em Rio Claro e Pe. Mário esteve presente durante todo o período da minha formação religiosa e sacerdotal. Sua pessoa marcou a vida de todos nós que o tivemos como professor, diretor espiritual, formador e superior. Pe. Mário foi um exemplo vivo de religioso e sacerdote. Marcou muito a vida de quantos puderam beber de suas meditações bíblicas que ele as tinha por escrito nos seus famosos papéis. Estudioso pertinaz da Palavra de Deus criou uma grande quantidade de anotações quer manuscritas quer datilografadas numa antiga máquina de escrever marca Remington. Espero que não tenham sido perdidas essas anotações mas que sejam recolhidas numa publicação para o serviço de evangelização da posteridade. Homem de profunda oração e grande devoção a Nossa Senhora e ao nosso santo fundador São Gaspar Bertoni. Deste seguiu o exemplo de uma vida de penitência e de grande amor à paixão de Jesus. Com certeza os estigmas de Cristo ficaram impressos em sua vida. Semanalmente fazia jejum, sempre às quartas-feiras, passando o dia a pão e água. Religioso de fácil convivência e grande amizade. Pe. Mário sabia aproveitar os momentos de lazer e de descanso para as conversas tranquilas e agradáveis na comunidade religiosa. Teria muita coisa a dizer de Pe. Mário mas me atenho aqui a ressaltar duas atividades pastorais que ele realizou com muito gosto, carinho e competência, marcando a vida de centenas e centenas de pessoas que tiveram a felicidade de participar dos cursilhos de cristandade que ele pregou e também dos encontros de casais que ele dirigiu enquanto teve forças para isso. Seu zelo apostólico contagiava as pessoas e nunca o vi manifestar algum sinal de cansaço ou indisposição na prática do seu ministério sacerdotal. Agradeço a Deus de ter tido formadores como Pe. Mário Zuchetto. Lá do céu ele intercede por todos nós que ainda estamos nessa caminhada. Tenho a certeza de que está sempre presente na vida das pessoas que o tiveram como seu guia espiritual e de nós, confrades e amigos. Ilhéus, 15 de janeiro de 2013 Dom Mauro Montagnoli CSS Bispo da diocese de Ilhéus, Bahia

O Maior Pregador da Humanidade: Frei Exemplo

E quem afirmou isso há anos? Foi um Santo que passou pela minha Vida.

“Pe. Mário Zuchetto”

e disso e dele, JAMAIS ESQUECEREI. Pois ensinava e pregava o Evangelho com sabedoria e exemplos:

1) Ele nunca usava a expressão: “NAQUELE TEMPO”…  Perguntei pq.?
Resp: É muito distante e a PALAVRA DE DEUS É SEMPRE ATUAL. PRA HOJE. E PARA O AGORA.ou seja é ATUANTE.

2) Nunca dava sermões. Usava sempre a expressão: ” QUE LIÇOES NÓS PODEMOS TIRAR DE TAL LEITURA”??? ….

3) Como devo ler um trecho do evangelho? eu perguntava?
Resp: Tal como a galinha bebe água, abaixa a cabeça e eleva o pescoço pra agua descer. Reparou isso?  Nós devemos ler pausadamente, MEDITAR E ELEVAR O PENSAMENTO PARA O ALTO,PARA DEUS E DEIXAR QUE O ESPÍRITO SANTO DE DEUS COMPLETE EM NÓS AS MUDANÇAS ou a CONVERSAO,etc…

4) Tinha uma vocação para pregar nos encontros,nos cursilhos,nos encontros de Casais e era preparado para tudo que fazia… Foi um padre “EXEMPLAR EM TUDO”. CREIAM!

5) Gostava que eu fosse busca-lo ou leva-lo onde quer que fosse, pois,êle mesmo dizia,eu estalo o dedo e Mineirinho aparece, é rapido e NUNCA DIZIA “NAO” PRA ELE, pois,largava tudo ou mandava a esposa, ou Carmo taxista fazer no meu lugar, quando raras vezes não podia ir, etc.

6) Por isso a Fiorino furgão é relíquia do Mineirinho. Não tem preço e nunca irei vende-la pois o Pe. Mário andou nela e tal como a Explorer do amigo Milton Neves (que sua mae, Dª Carmem andou nela, é relíquia). Não existe $$$$ que compre esses 2 carros,pois,pra nós,os valores sao outros…

7) Dia 10-01-13 completaram 5 anos que ele partiu ao encontro do Pai-Eterno e logo de manhã visitei o seu tumulo aqui no Cemitério da Saudade, pra dizer que sempre serei grato, imensamente grato ao meu Deus por ter me concedido o privelégio desta amizade, dos ensinamentos e dos ricos exemplos do Pe. Mário, que com certeza mw tornou um pouco melhor e mais perto de Deus. CREIAM!

A Exemplo de tantos Santos, como São Franciso de Assis, Sto. Antônio de
Padua, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce,São Vicente de Paulo, S. Judas
Tadeu, êle tb. é Santo e será canonizado,pois,converteu o Mineirinho e
centenas de amigos que o conheceram e nos tornamos seus discipulos.

Com muita saudades de Pe. Mário, escrevi. Mineirinho.

Um padre exemplar, uma pessoa de Deus

Conheci Pe Mário desde o primeiro ano de seminário e sempre o considerei um padre exemplar e muito simples. Lembro-me que o primeiro ato dele como provincial, ou um dos primeiros, foi aprovar o nosso postulantado, em agosto de 1958. Foi ele que celebrou o nosso noviciado em Casa Branca.

Depois, como padre, sempre vi nele uma pessoa de Deus, um homem de oração, de firmeza na fé e perseverante no seu ministério.

Posso dizer que no seu trabalho com os casais era querido por todos, pois quando era ele que vinha na paróquia, isso eu vi tanto em Itararé, como em Ituverava, a vontade dos casais em fazer o curso, como daqueles que haviam feito, em trabalhar para ouvir o Pe Mário.

Com sua partida para a casa do Pai, não só os casais perderam um dirigente, mas também a Congregação um de seus sábios, principalmente da vida do Fundador.

Pe Mário, era uma pessoa simples, tanto nos momentos sérios como nos momentos de recreação. Gostava de pescaria e me lembro que falávamos que Pe Mário pescava em qualquer poça d’água que encontrava. Que ele interceda por nós.

Pe. José Antônio Mainardi, CSS

Gratos a Dom Mauro!

Agradecemos a Dom Mauro Montagnoli, CSS, Bispo de Ilhéus, por nos ter lembrado sobre a figura de São Gaspar preferida do Pe. Mário, esta que agora está no cabeçalho das páginas.

Pedimos a todos que, caso tenham qualquer sugestão, nos informem postando seus comentários nesta página ou por e-mail.

Vicente e Tereza

Um divisor de águas

Foi isto o que Pe. Mário Zuchetto fez na minha vida!

 

Era o ano de 2001, estava conversando com uma colega de trabalho na hora do intervalo, quando que por impulso, após ouvir um relato intrigante, proferi a seguinte expressão: “Nossa Senhora!”, expressão esta que falamos espontaneamente quase todos os dias.

Para o meu espanto ela respondeu nestes termos: “Nossa não! Sua, pois minha ela não é nada!”

No primeiro momento não entendi o alcance destas palavras, mas depois percebi que a pessoa com quem eu interagia detinha uma grande doze de rejeição a Nossa Senhora. Com o passar do tempo notei que esta rejeição não era somente a Nossa Senhora, mas também à nossa fé católica. Mas por quê?

Em nossas costumeiras conversas, sempre no intervalo do trabalho, os assuntos tornaram-se mais contundente sobre religião, e desta vez, citando trechos da Bíblia, quis mostrar-me que a igreja católica nos induziu ao erro fazendo referência ao uso das imagens, veneração nos santos, etc. Na verdade, pouco era o meu contato com a Bíblia e minha participação nas missas aos finais de semana eram apenas para cumprir com um dever de família, nada mais.

Confesso que a sombra da dúvida começou a pairar sobre minha cabeça, embora, em meu coração, a fé permanecia firme graças aos valores deixados por meus pais. Se não bastasse, ganhei uma Bíblia da edição protestante “Sociedade Bíblica do Brasil”. As críticas e o combate a nossa fé e doutrina católica eram constantes, e o que me deixava mais perplexo, gratuitos. No entanto, dentro de mim havia uma sede insaciável de respostas.

Foi quando me dirigi à Paróquia São Benedito em Campinas-SP. Ali fui recebido por um padre alto, de cabelo grisalho e com um olhar penetrante. Era o  Pe. Mário Zuchetto. Ao começar a narrar os fatos, com tudo, sem me deixar concluir, Pe. Mário me interrompeu como quem já sabia o íntimo do meu coração e disse: “Você balançou!”. _Sim! Respondi com sinceridade. Naquele momento achei que Pe. Mario iria sentar-se comigo de forma acolhedora e explicar, com a Bíblia em mãos as respostas que tanto precisava. Engano! Ele retirou um livrinho debaixo da mesa, entregou-me e disse: “Toma, leia isto e as respostas que você tanto procura serão respondidas! O livro chama-se “Em defesa da fé”.

No primeiro momento fiquei contrariado pois esperava uma atitude mais acolhedora e calorosa, mas, sem perceber, Pe. Mário me deixou o seu primeiro ensinamento: O Espírito Santo não nos oferece seus dons de um dia para o outro, do jeito que nós, em nossa limitação humana buscamos. Pelo contrário, ele fala no silêncio dos nossos corações. Ele o amadurece e o prepara para recebermos Deus, com um coração livre e despojado de conceitos temporais. E foi isto o que aconteceu. Ah se o saudoso Pe. Mário tivesse sentado e me explicado naquele momento tudo o que eu queria! Com certeza as palavras não iriam penetrar de forma tão forte e vigorosa como estão hoje. Depois de muito tempo eu entendi! Querido Pe. Mário, muito obrigado por não se deixar ceder aos meus anseios naquele momento!

Tempos depois, após ler e reler milhares de vezes este maravilhoso trabalho, pasmem, tendo como Bíblia de consulta e reflexão a mesma que ganhei da minha colega protestante, notei que me tornei mais católico do que nunca. Finalmente consegui as respostas que tanto almejava. Mais do que isso, consegui compreender o meu dever na vida como cristão. Como o próprio Pe. Mário ensinou: “Um erro (ou uma mentira) não perdura dois mil anos”. Disse ele em relação a nossa fé católica. Jesus edificou apenas uma Igreja, a sua, tendo como alicerce inicial Simão Pedro. A partir daí, procurei ler e estudar todos os livros e trabalhos publicados pelo Pe. Mário Zuchetto.

Foram poucos os momentos que passei com Pe. Mário, mas estes foram intensos. Todas as vezes que eu o procurava na Paróquia São Benedito para conversar, sempre disponível, característica esta que o marcou profundamente, ele atendia com grande disposição. Era incrível, bastava apenas poucos minutos de conversa com ele, após sair, a sensação era de estar repleto do Espírito Santo, uma vontade imensa de anunciar o evangelho e falar a todos o quanto Deus é bom. Foi com esta inspiração que tive a honra de conduzir a Pastoral da Crisma, na mesma paróquia, entre os anos de 2010 a 2011. Foi incrível, parecia que ele estava sempre por perto. 40 (quarenta) cristãos, jovens e adultos tornaram-se templo do Espírito Santo, graças ao Pe. Mário Zuchetto.

O Pe. Mário se fez presente também nos momentos mais difíceis de nossas vidas, nos momentos que precederam e sucederam o falecimento do meu irmão, conduzindo por duas vezes a contemplação do terço em minha residência. Nesta ocasião comentei com ele que eu havia publicado uma nota no jornal para fazer frente de uma insólida acusação contra a nossa doutrina católica. E para a minha surpresa ele comentou: “Puxa vida, como são as coisas. Eu li este artigo também e desde este dia estava procurando quem era o autor desta nota!”. Deste dia em diante trocamos muitos conhecimentos acerca deste tipo de assunto, inclusive ganhei dele um resumo, feito por ele mesmo, de um livro Chamado “Os Protomártires do Brasil” que narra martírio de católicos no Nordeste Brasileiro no século XVII.

E o que dizer sobre a missa de 7º dia do falecimento do meu irmão. O Pe. Mário utilizou-se das letras do canto de entrada para desenvolver seus ensinamentos. Foi um momento mágico. Ele fez da missa, que poderia ter sido pautada por tristeza, uma celebração de esperança. Definitivamente o Pe. Mário Zuchetto não era deste mundo! Ao final da missa, inclusive, ele comentou: “Não me recordo de ter celebrado uma missa onde 100% dos presentes mantiveram os olhos fixos em mim o tempo todo!”. Claro! O que dizer de um sacerdote que não poucas vezes chagava as lágrimas, no momento da homilia, quando falava de Nossa Senhora? Em uma rara ocasião, caminhando próximo ao Hospital Casa de Saúde de Campinas, de longe vi o Pe. Mário caminhando na praça. Ao me aproximar notei que ele segurava um terço. Ele estava rezando enquanto andava pela praça. Não consegui me conter e disse a ele o quanto estava feliz em tê-lo como sacerdote.

Certo dia, inconformado e preocupado com a onda que tomou conta das pessoas a publicação de uma revista científica, baseada em supostos documentos descobertos por arqueólogos, defendendo a tese de que Judas não traiu Jesus, publicação esta que fez muitos “cristãos” questionarem a veracidade da Bíblia, Pe. Mário Zuchetto publicou no Jornal Correio Popular uma coluna em resposta a este absurdo. Foi brilhante! Pe. Mário provou com dados históricos e raciocínio lógico que não havia a mínima hipótese de Judas não ser considerado traidor de Jesus. O título era “Judas, o traidor“. Lamento muito não ter guardado esta relíquia. Nem o próprio jornal da cidade o possui mais.

Quantas pessoas este homem converteu. Quantos casamentos foram salvos graças e este valioso instrumento divino. Tive a honra de participar do que talvez tenha sido sua ultima celebração eucarística antes de ser internado. Ainda com a voz fraca por conta de complicações pulmonares, falava sobre a importância e o valor de um pai, marcando a seguinte frase: “Para Deus ser pai vale mais do que o próprio exercício do sacerdócio”.

Querido Padre Mário Zuchetto, muito obrigado por tudo! Hoje você está no lugar de onde veio, o céu!

Plínio José Barbosa Junior

Campinas-SP

Um Santo Passou por nossas vidas, CREIO!

Sou o Mineirinho de Campinas ou Antônio Carlos Vieira, que pela graça de DEUS, conheci Pe.Mário no cursilho de homens em Cps em 1986 e desde entao nos tornamos grandes amigos, sem jamais termos nos separados.Pe. Mário fez meu casamento,batizou meus 2 filhos Lucas e Gabriel e participou dos momentos mais significantes da minha vida. Me conhecia profundamente apenas num “OLHAR” e tal como Jesus Cristo ao fixar o olhar em Nicodemos ou naquele jovem rico do evangelho, ou em Pedro, me amou e me aceitou,tal como sou: Com inumeros defeitos e um grande coraçao,capaz de ama-lo reciprocamente e SER FIEL AO PE.MARIO ATÉ SEUS MINUTOS FINAIS NESTA TERRA. Fui o ultimo a ve-lo na UTI do Hospital por volta das 19:30h do dia 10-01-2008 e por volta das 22:30h o primeiro a saber pela Dra. Silvana do seu falecimento, pois ligava sempre pra ela, antes de dormir. E ao chegar no hospital, fui o unico  a ir onde ele já estava coberto com um lençol branco e, juntamente com a Dra. Silvana ao ve-lo, seu olho direito estava aberto e a Dra. me permitiu para fecha-lo e neste instante ela disse: ÊLE COM CERTEZA QUIS VE-LO PELA ULTIMA VEZ…E CHORAMOS…

Ganhei de presente O TERÇO AZUL SEM CRUXIFIXO que êle sempre rezava, após seu sepultamento. Carrego até hj. comigo no bolso esquerdo,do lado do meu coração e sei que espritualmente está me abençoando, me protegendo e até torcendo pela minha Ponte Preta,com certeza, pois, toda vez que a Ponte ganhava ele ligava bem cedo e dizia: HJ. VC. ESTÁ FELIZ NÉ MINEIRINHO!

Por tudo isso afirmo: FOI UM SANTO QUE PASSOU PELAS NOSSAS VIDAS E NOS MOSTROU O CAMINHO PARA O CÉU.

Êle dizia: “O CAMINHO P/ O CÉU É O PROXIMO”.

Rogai por nós Pe. Mário!    Mineirinho e Família.

Bem-vindos ao novo site do Padre Mário Zuchetto, CSS

Caros amigos,

No dia 10 de Janeiro de 2013 estarão sendo completados 5 anos do retorno do nosso querido Pe. Mário Zuchetto à Casa do Pai.

Acreditamos que todos que o conheceram entendem que Pe.Mário deixou uma marca muito firme neste mundo: deu-nos o exemplo de seguir a Jesus com a sua própria vida, o seu ministério Sacerdotal e os seus trabalhos.

Para que os ensinamentos que Pe. Mário nos deixou pudessem ser compartilhados por todos, empenhamo-nos na construção deste site.

Para que você deixe a sua mensagem sobre o Pe. Mário, é preciso que você crie uma conta no seu nome no site: na página de Blog, clique em ‘Registrar-se’ e siga as instruções.

Convidamos você a contar, então, na página de Blog, alguma coisa sobre o Pe. Mário, algum conselho importante que ele deu a você na sua vida, e assim por diante.

Que Pe. Mário sempre interceda por todos nós!

Vicente e Tereza Lopes